E continua a polêmica no Hospital Regional de Piancó, funcionário registra BO contra diretor por assédio moral

004De acordo com as informações da enfermeira Maize de Lourdes Gervazio (ex-diretora do Hospital) e funcionária do mesmo admitida através de concurso público há mais de sete anos, a mesma está como funcionária sendo assediada moralmente e caluniada pelo o atual diretor Iclênio Silveira.
“Eu sou uma mãe de família guerreira e trabalhadora, com residência fixa e zelosa pelo bem da família, vivo na labuta com meu esposo honrando e respeitando a todos; não permitirei que qualquer forasteiro por motivo pernicioso ou ressentimentos destrua a paz e o convívio do meu lar se aproveitando de uma passageira condição de diretor” disse a enfermeira.

Desde o dia (29/06/2015) a relação entre o atual diretor e a ex-diretora e funcionaria efetiva do hospital vem rendendo matéria para a mídia regional, começando com alegação do diretor de ter sofrido agressão física pela funcionaria fato este que segundo a acusada não ocorreu, pois o mesmo não apresentou provas concretas que pudessem testemunhar a tal acusação, porem o diretor fez uso dessas acusações para prejudicar a funcionária junto a secretaria estadual de saúde.
O fato foi denunciado na policia civil após a enfermeira tomar  conhecimento da tramitação de um processo na secretaria estadual de saúde da Paraíba  n º 070115674, desde o dia 01/07/15  (imagem da consulta processual em anexo) procedente do hospital de Pianco, assinado pelo diretor, com o intuito de prejudicar a funcionaria efetiva que poderá ser injustamente penalizada com registros indevidos e mentirosos na sua ficha funcional e ate mesmo a sua transferência a revelia para outro hospital . A funcionaria em questão tem residência fixa em Pianco e dois filhos menores, um inclusive com menos de 2 anos. Diante do fato exposto fica a pergunta: Será justo a enfermeira ser transferida e afastada dos seus filhos apenas para atender uma conduta negativa do diretor?
Outro indicio forte para a acusação de assedio moral (de acordo com as declarações da mesma) esta no fato da enfermeira ter uma escala diferenciada de todos os demais enfermeiros da casa de saúde, composto por 20 profissionais, dos quais apenas 03 são efetivos e 17 codificados (imagem da escala em anexo), chegando a colocar a mesma para trabalhar alem da carga horária permitida por semana . Outro fato curioso (observado pela enfermeira) é que na referida escala a funcionaria estranhamente aparece de plantão apenas a partir do 14º dia de mês, qual será o objetivo dessa ação? Utilizar esse tempo para se livrar da funcionaria e mandá-la para trabalhar bem longe do hospital e de sua família? (Indagou Maize).
FONTE: www.piancoinfoco.com
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