Presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos de Igaracy e Aguiar usa seu facebook para falar tudo aquilo que o próprio funcionário tem vontade

Cada dia que passa tenho a certeza que a forma de se fazer POLÍTICA dos que nos representa é INDIGNA, é REPUDIANTE, é INTERESSEIRA, e não um interesse pelo todo, mais por si mesmo, pelo bem individual e não coletivo. 

Vejo como homens e mulheres estão brigando pelo poder a qualquer preço, perdendo o caráter, a moral, a ética e a dignidade.... se é que estes já tiveram algum dia esses valores, mais sei que sim, que tiveram, mais perderam por causa do dinheiro, do status social, do poder, ....

Às vezes fico pensando: Como dormem os gestores de órgãos públicos (de prefeitura) quando deixam atrasar o salário de um trabalhador, que trabalha pela sobrevivência, porque comprar o alimento, o remédio, pagar a água e a energia, é uma sobrevivência, haja visto, que o que ganham mal dá isso? COMO DORMEM???, a consciência não lhe cobra nada???

Hoje fiquei triste, revoltado, e o melhor sem saber o que falar, o que dizer, quando ouvi alguns trabalhadores (Servidores Públicos de Igaracy) pedindo SOCORRO, pedindo explicação por não ter recebido seu SALÁRIO, ......OUVI meus caros amigos e colegas, meus caros representantes ouvi servidor dizendo que a feira acabou, que a conta da água e da luz está atrasada, que seu orçamento familiar desandou. E tudo, e tudo por causa de uma MÁ ADMINISTRAÇÃO, que NÃO sabe administrar os recursos públicos da prefeitura. Talvez o dinheiro que entre seja pouco, contudo, sabemos que se bem gerindo, quero dizer administrado, empregado, será o suficiente para PAGAR o salário daquele que trabalhou o mês inteiro, e espera receber o seu pouco dinheiro para ir ao mercado fazer a compra do pão de cada dia.

Queria dizer a vocês gestores, representantes políticos, que a justiça da terra pode FALHAR, mas, tem uma que não FALHA, a de DEUS.
 
A palavra de Deus diz “A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.” Lc, 12, 48.
 
Fonte: Hugo Igaracy
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