A expectativa do dia 10

Pode ser mais um dia como todos aqueles em que se esperou solução definitiva e, ao contrário, só se registrou continuidade da indefinição. Mas o fato é que já não dá mais pra esconder que o próximo dia 10, em BrasÃlia, data que marcará o lançamento oficial da pré-candidatura de José Serra à presidência da República, inspira nova atenção da classe polÃtica paraibana quanto ao impasse do PSDB na ParaÃba.
Cássio, Serra e CÃcero estarão juntos. Já estiveram em evento recente em BrasÃlia quando das comemorações do centenário de Tancredo Neves. Mas desta vez Serra já estará exclusivamente com a cabeça voltada para a campanha presidencial e, claro, para a arrumação do PSDB nas eleições estaduais.
No ar, paira uma calmaria. É como se a coisa já estivesse resolvida. Ou, pelo contrário, os divergentes – Cássio e CÃcero – evitassem acentuar as diferenças publicamente.
O PSDB não tem candidato próprio competitivo na maioria dos estados brasileiros.
Qual será a estratégia da Nacional? Forçar as candidaturas únicas ou se adequar as composições regionais no sentido de tirar o melhor proveito de cada uma delas? A resposta é a chave para indefinição na ParaÃba.
Pelo que sabemos, a segunda hipótese será a vencedora. Não pela força, mas pela sensibilização. Ela poderá vir em forma de oficialização do senador CÃcero Lucena como coordenador da campanha presidencial do PSDB no Nordeste. O que significa, em caso de vitória tucana, a consolidação de CÃcero como um dos principais homens da nova República.
Um abridor de portas junto à União aos que chegarem ao governo da ParaÃba. Expectativa que por si só já exige respeito a partir de agora.
LuÃs Tôrres
Cássio, Serra e CÃcero estarão juntos. Já estiveram em evento recente em BrasÃlia quando das comemorações do centenário de Tancredo Neves. Mas desta vez Serra já estará exclusivamente com a cabeça voltada para a campanha presidencial e, claro, para a arrumação do PSDB nas eleições estaduais.
No ar, paira uma calmaria. É como se a coisa já estivesse resolvida. Ou, pelo contrário, os divergentes – Cássio e CÃcero – evitassem acentuar as diferenças publicamente.
O PSDB não tem candidato próprio competitivo na maioria dos estados brasileiros.
Qual será a estratégia da Nacional? Forçar as candidaturas únicas ou se adequar as composições regionais no sentido de tirar o melhor proveito de cada uma delas? A resposta é a chave para indefinição na ParaÃba.
Pelo que sabemos, a segunda hipótese será a vencedora. Não pela força, mas pela sensibilização. Ela poderá vir em forma de oficialização do senador CÃcero Lucena como coordenador da campanha presidencial do PSDB no Nordeste. O que significa, em caso de vitória tucana, a consolidação de CÃcero como um dos principais homens da nova República.
Um abridor de portas junto à União aos que chegarem ao governo da ParaÃba. Expectativa que por si só já exige respeito a partir de agora.
LuÃs Tôrres
Nenhum comentário:
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.