Aterro sanitário do Sertão da Paraíba pode ser modelo para outras regiões.(FOTOS)
Boa
parte da imprensa do Vale do Piancó esteve no local, como Blog do Ricardo Pereira,
Folha do Vali, DiamanteOnLine, Beto Igaracy, Vale News PB, AryRamalho.com,
OBlogdePiancó, e Piancopb entre outros. Um café da manhã foi servido aos presentes.
Quem chega ver logo uma frase
escrita na frente da sede do aterro sanitário que resume o sentimento do
proprietário: "aqui o dono é Jesus".
O aterro
sanitário foi projetado pelo empresário e advogado, Antonio Remígio da Silva
Júnior e um investimento de 1.500.000,00 (Um Milhão e Meio) até agora na
Emlurpe (Empresa de Limpeza Urbana), o aterro não recebeu nenhum investimentos de
órgãos públicos e privados. Seu objetivo é fazer cumprir a Lei nº 12.305, de 2
de agosto de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)
e que obriga todos os municípios brasileiros a desativarem seus lixões e
aterros controlados até 2 de agosto de 2014. O aterro sanitário foi iniciado em
2010 e concluído ano passado.
De acordo com
Remígio Jr., o aterro sanitário conta hoje com locais adequados para o depósito
de resíduos sólidos licenciados pela Sudema e Ibama. O aterro sanitário, que
recebe diariamente cerca de 24 toneladas de lixo das cidades de Curral Velho,
Aguiar e Pedra Branca todas da região do Vale do Piancó.
Além do
escritório administrativo e do alojamento, O aterro sanitário tem um galpão, aonde
o lixo vindo das cidades é depositado e, em seguida, passa por uma seleção onde
os resíduos são separados. Também materiais recicláveis como alumínio, papelão,
plástico e outros são organizados e vendidos. Existe uma cooperativa de
catadores é que explora esse serviço e gera emprego para dez pessoas, podendo
aumentar esse número conforme as demandas.
Hoje, segundo
o empresário, somente 25% dos resíduos que chegam à empresa são aterrados e,
futuramente, com a aquisição de um triturador, serão apenas 5%. Isso porque
todo o lixo orgânico será transformado em adubo para a agricultura.
Ao contrário
do que acontece em muitas cidades do país, o lixo recolhido destas três cidades
não é jogado a céu aberto, o que caracterizaria um lixão. No Aterro Sanitário,
o lixo é separado por classes, recebendo todo o tratamento exigido pelas normas
de saúde ambiental.
Para que não
haja contaminação do solo e da água todos os cuidados são tomados diariamente,
além da realização de estudos periódicos. Segundo o empresário, Remígio Júnior,
a água é própria para o consumo humano e tudo está ou foi feito de acordo com as
exigências dos órgãos de fiscalização.
O empresário
Remígio Jr. falou a nossa reportagem sobre o aterro sanitário, escute:
FONTE: www.ARYRAMALHO.com