Polícia Federal prende falso médico no Sertão
A Polícia Federal (PF) de Patos prendeu na manhã desta quinta-feira (8), um falso médico que atuava no centro de Imaculada, município localizado no Sertão Paraibano.
De acordo com informações oficiais, Lourenço Vieira, de 51 anos, atuava irregularmente como médico sanitarista em uma Unidade de Saúde da Família (USF).
As investigações começaram a partir de uma solicitação feita pela Prefeitura local através da Procuradoria Jurídica do Município, que forneceu importantes dados à Polícia Federal.
O falso médico foi preso na Unidade de Saúde da Família 'Santo Agostinho', no momento em que realizava atendimento ambulatorial. Na ficha do dia estavam agendados pelo menos 16 atendimentos, dos quais sete já haviam sido realizados.
De acordo com a PF, foram apreendidos com o falso médico diversos materiais, tais como: uma carteira do Conselho Federal de Química, blocos de receituários médicos, carimbos com números de CRM’s falsos e remédios ‘Cloxazolam’, de tarja preta.
O falso médico foi contratado pela Prefeitura Municipal de Imaculada em junho do ano passado e, desde então, vinha exercendo irregularmente a profissão naquele município como 'médico plantonista'.
Investigações preliminares atestam que o autuado se utilizava de inscrição material e ideologicamente falsa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, conforme informação do próprio CRM/SP que assegurou que a inscrição utilizada 'não atende ao padrão de documentos daquela instituição'.
O falso médico é natural de Minas Gerais e a farta documentação apreendida no momento da prisão reforça a suspeita de prática irregular da medicina. Ele se apresentava como alguém que havia concluído o curso superior na Universidade Federal de Viçosa/MG. Porém, ao ser consultada, aquela instituição de ensino informou que o primeiro vestibular para o curso de medicina vai ser realizado apenas neste ano.
O auto de Prisão em Flagrante foi lavrado pelo delegado Gilmar Santos Lima e o preso será indiciado nas penas do art. 282 (exercício ilegal da medicina), 297 e 304 (falsificação e uso de documento público).
A prescrição de medicamentos sujeitos ao controle especial está sendo apurada e, caso se confirme, agravará a situação penal do acusado, uma vez que poderá ser enquadrado na Lei de entorpecentes.
Portal Correio com ascom PF
De acordo com informações oficiais, Lourenço Vieira, de 51 anos, atuava irregularmente como médico sanitarista em uma Unidade de Saúde da Família (USF).
As investigações começaram a partir de uma solicitação feita pela Prefeitura local através da Procuradoria Jurídica do Município, que forneceu importantes dados à Polícia Federal.
O falso médico foi preso na Unidade de Saúde da Família 'Santo Agostinho', no momento em que realizava atendimento ambulatorial. Na ficha do dia estavam agendados pelo menos 16 atendimentos, dos quais sete já haviam sido realizados.
De acordo com a PF, foram apreendidos com o falso médico diversos materiais, tais como: uma carteira do Conselho Federal de Química, blocos de receituários médicos, carimbos com números de CRM’s falsos e remédios ‘Cloxazolam’, de tarja preta.
O falso médico foi contratado pela Prefeitura Municipal de Imaculada em junho do ano passado e, desde então, vinha exercendo irregularmente a profissão naquele município como 'médico plantonista'.
Investigações preliminares atestam que o autuado se utilizava de inscrição material e ideologicamente falsa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, conforme informação do próprio CRM/SP que assegurou que a inscrição utilizada 'não atende ao padrão de documentos daquela instituição'.
O falso médico é natural de Minas Gerais e a farta documentação apreendida no momento da prisão reforça a suspeita de prática irregular da medicina. Ele se apresentava como alguém que havia concluído o curso superior na Universidade Federal de Viçosa/MG. Porém, ao ser consultada, aquela instituição de ensino informou que o primeiro vestibular para o curso de medicina vai ser realizado apenas neste ano.
O auto de Prisão em Flagrante foi lavrado pelo delegado Gilmar Santos Lima e o preso será indiciado nas penas do art. 282 (exercício ilegal da medicina), 297 e 304 (falsificação e uso de documento público).
A prescrição de medicamentos sujeitos ao controle especial está sendo apurada e, caso se confirme, agravará a situação penal do acusado, uma vez que poderá ser enquadrado na Lei de entorpecentes.
Portal Correio com ascom PF

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