Dengue e demissões: Aedes e Coutinho têm feito muita gente chorar no hospital de Itaporanga

Os casos de dengue e chikungunya, doenças virais transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, cresceram muito nas últimas três semanas em Itaporanga, e centenas de pessoas já passaram pelo hospital distrital da segunda quinzena do mês passado para cá.
                
Somente durante esse domingo, 31, quase 300 pessoas foram hospitalizadas com dores fortes, febre alta e mal-estar. Muitas chegam ao hospital debilitadas fisicamente e emocionalmente, tanto que caem no choro pela sensação de morte que as duas doenças causam, especialmente a febre chikungunya.

           
Mas não só é dengue que tem arrancado lágrimas dentro do hospital: nos últimos dias, mais seis funcionários hospitalares foram demitidos e, supostamente, por perseguição política do governo Coutinho. “Não tenho dúvidas que é politicagem, porque fomos demitidos em um dia e, no outro, os nossos substitutos já estavam nomeados”, lamentou uma servidora demitida, que chorou muito ao receber a notícia da demissão.
                
Técnicas de enfermagem, um servidor do setor de radiologia e até uma funcionária da limpeza foram demitidos, segundo informações, mas, ao menos, três pessoas, duas de Caiana e uma de Pedra Branca, já estão trabalhando no lugar das técnicas. “Isso mostra que nossa demissão não foi para fazer economia, mas, sim, para atender aliados do governo, inclusive, gente de fora que está interferindo nos órgãos de Itaporanga”, lamentou a funcionária demitida. Desde o início da gestão Coutinho, ela trabalhava no hospital, mas, agora, ficou desempregada.

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